As áreas edificadas em comunidades registraram um salto expressivo ao longo de quatro décadas, passando de 795 para 1.650 registros no período analisado. Essa expansão habitacional desordenada tem transformado drasticamente a paisagem da região, pressionando os recursos naturais e alterando o ecossistema local.

Impacto ambiental e perda de cobertura vegetal

Enquanto a mancha urbana de áreas vulneráveis dobrou de tamanho, o meio ambiente sofreu um recuo drástico. O avanço das construções resultou na supressão de 841 hectares de vegetação nativa, comprometendo a biodiversidade e a estabilidade ecológica do entorno.

Crescimento acelerado em quatro décadas

O levantamento histórico demonstra que o processo de adensamento demográfico nessas localidades ocorreu de forma contínua. A transição de 795 para 1.650 pontos edificados evidencia a urgência de políticas públicas voltadas para

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