Rio Grande da Serra, 17/07/2025

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Na tarde desta quarta-feira (16), o vereador Léo Alves demonstrou mais uma vez seu compromisso com os servidores públicos municipais ao atender pessoalmente funcionários terceirizados da Educação na Câmara Municipal de Rio Grande da Serra. O objetivo foi ouvir as demandas da categoria e interceder de forma efetiva junto à empresa IGEVE e à Prefeitura, buscando uma solução rápida para os constantes atrasos no pagamento de salários e benefícios.

Segundo nota oficial divulgada pela Prefeitura, a empresa IGEVE – responsável pelos serviços terceirizados na cidade – ainda não apresentou a prestação de contas obrigatória, o que, de acordo com o contrato, impede legalmente o repasse financeiro por parte do município. Ainda assim, a administração afirma que a empresa se comprometeu a regularizar os pagamentos até sexta-feira (18).

“A Prefeitura de Rio Grande da Serra informa que os repasses à empresa IGEVE […] seguem rigorosamente os prazos e condições estabelecidos em contrato. […] A ausência da prestação de contas impede, legalmente, que o Município realize o repasse financeiro à prestadora.”

Diante da gravidade do problema, o vereador Léo Alves notificou formalmente a IGEVE, exigindo o pagamento imediato dos salários em atraso, que já somam nove dias de descumprimento do prazo legal. No documento, o parlamentar lembra que a responsabilidade pelo pagamento dos funcionários é da empresa contratada, independentemente de repasses da Prefeitura.

“Não se pode transferir o peso da má gestão ou da burocracia para quem está na ponta, trabalhando e garantindo a merenda, o ensino e o cuidado com nossas crianças. Vamos até o fim se for preciso acionar o Ministério Público e demais órgãos de controle”, declarou Léo Alves.

O vereador também se colocou à disposição para dialogar com a empresa, desde que o compromisso com os trabalhadores seja prioridade. “Estamos prontos para ouvir, mas também para cobrar com firmeza. A paciência dos funcionários chegou ao limite, e com razão”, completou.

Caso a situação não seja resolvida dentro do prazo prometido, Léo Alves informou que poderá acionar o Ministério Público e tomar medidas administrativas e judiciais cabíveis contra a empresa, reforçando sua função fiscalizadora e sua postura em defesa da dignidade dos profissionais da Educação.

Confira no vídeo: